domingo, 1 de agosto de 2010

O AYURVEDA E A MULHER por Erick Schulz

Por Erick Schulz Especialista em Ayurveda e Yoga e Vice-presidente da ABRA (Associação Brasileira de Ayurveda)

A linguagem é simples, pois tem base naquilo que podemos observar na natureza. As pessoas experimentam o frio, o calor, o doce, o amargo, o seco, o úmido, etc., que são reflexos dos cinco elementos (éter, ar, fogo, água e terra) a agir sobre a natureza e todos os seres vivos.

Em especial, as mulheres e o Ayurveda são conectadas e sensíveis ao ritmo e ciclos da natureza. A vida feminina passa por mudanças constantes e algumas das características mais marcantes são a fase da fertilidade (kapha), seguida pela energia jovial de pitta, até alcançar a menopausa, quando a mulher passa a manifestar características vata.


Há estações na vida feminina resultantes da mudança das estações climáticas. O Ayurveda também depende das estações. Quando é primavera, tudo o que se manifesta sob a visão Ayurveda - plantas, ervas, vegetais, frutas, etc., iniciam uma vida fértil, o que poderia ser comparada a kapha (água e terra) e mais tarde comparada a pitta (fogo e água). Quando o verão dá lugar ao autono, o Ayurveda segue para uma transição em vata (éter e ar).

Esta é a transformação sutil pela qual tanto mulheres quanto o Ayurveda passam e é, provavelmente, a razão pela qual as mulheres acham o Ayurveda mais receptivo aos seus corpos, mente e espírito. Elas têm um inato entendimento de quais fatores, estilo de vida e constituição podem causar em seus corpos. O Ayurveda oferece um efeito gentil e seguro como resultado de cada tratamento, pois harmoniza a vida e isto é muito esperado pelas mulheres
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